Embora tenha feito duas substituições decisivas, o técnico Cuca minimizou sua intervenção na vitória por 3 x 2, de virada, sobre o Palmeiras, no Pacaembu, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro. O treinador avalia que o meia Roger e o atacante Farías não teriam reescrito a história da partida se o time não tivesse mudado a mentalidade para o segundo tempo.
“As mexidas só são boas quando o jogador entra bem. Se ele entra mal, não tem mexida boa. O mérito é do Farías, do Roger, do Fabinho. Mas, principalmente pela mudança de atitude que o time teve no segundo tempo, que foi geral. Não é porque você tirou e colocou dois ou três que o time vai jogar bem. Mudou a atitude. A gente mudou o sistema, ajudamos no que pudemos, mas no geral o mérito é todo dos jogadores”, analisou.
Mesmo contente pelo resultado, Cuca não deixou de opinar sobre o pênalti marcado pelo Héber Roberto Lopes no primeiro tempo, que resultou no primeiro gol do Palmeiras. O treinador questionou a suposta falta de Wellington Paulista em Fabrício.
“A penalidade máxima é muito questionável. Segura daqui e de lá, empurra. Rigor, pressão e ali o jogo estava muito equilibrado”, disse.